Livros

Ler e contar, contar e ler

Editora Letra Capital. 2013.

Onde encontrar: Livrarias

Ler e contar, contar e ler 2São dez histórias mais depoimentos de leitores e contadores de histórias. São histórias escolhidas pelos participantes das oficinas de contadores de histórias e de práticas leitoras, que pedem sempre: Conta outra vez?
São histórias do repertório pessoal de Gregório, consideradas suas histórias sagradas, ainda que profanas.

“- Vovô, o que se aprende?

– Menino, até a amar se aprende! Aprende-se a ser amado, aprende-se, sim, nas travessias, nas passagens e com as histórias…”.

A quem se destina este livro? Aos leitores e contadores de histórias, sem fronteiras de idade, que gostam das histórias populares, mitos, lendas, “causos”, vivências. Narrativas pessoais e sociais. Para quem gosta de voar com as pipas. E produzir sentidos com a palavra. Ler e contar, contar e ler foi reeditado em 2014.

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Difícil passagem

Editora Santa Clara. 2ª Edição. 2005. 

Onde encontrar: Estante Virtual

Capa do livro Difícil passagem

Chico vai desenrolando sua história desde a avó, uma Kaxinawá, até as suas primeiras paixões e romances. É a difícil passagem do Chico menino para o Chico homem, do Chico que usava “calça, cinto, meia, sapato, camisa, relógio, carteira com documentos, carteirinha de estudante, um pente, lenços de papel no bolso e ainda uma caneta” para o Chico dos livros e dos amigos do Clube da Leitura. É ainda o Chico apaixonado por pipas. A pipa e o menino vivem no deslizar dos sonhos sob o céu que passa.

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Dona Baratinha e outras histórias

Editora Rocco. 2006. 

Onde encontrar: Livrarias

Capa do livro Dona Baratinha e outras históriasQuem tenta lembrar as histórias populares contadas na infância, verifica que algumas delas permanecem na memória de forma muito viva. Com o tempo, elas vão assumindo outros ares, cores diferentes, que de uma forma ou de outra sempre absorvem novos valores e ideologias. Por isso sobrevivem. Porque assim continuam a ser contadas por avós, pais, tios, padrinhos, pescadores etc.

Com Francisco Gregório Filho não foi diferente. Até porque ele sempre viveu cercado por grandes contadores, como Seu José, o leiteiro. Seu José entregava o leite e contava histórias com finais irreverentes e imprevisíveis. Mas não dá para esquecer também do Seu Salu, o dia inteiro na vendinha entre farinha, balas, mariolas e muitas lendas para contar. Já o Seu Pereira, vigia do mercado, só contava história de assombração. Coisas de fazer arrepiar os cabelos. E ao tio Manezinho cabiam os causos e as histórias do diabo.

Tudo isso aconteceu lá pela distante década de 50, na não menos distante Rio Branco, capital do Acre. Gregório foi guardando, guardando, até transformar tudo em livro e assim poder passar para as novas gerações. Como de fato aconteceu. Ele contou, escreveu, publicou, e finalmente chegou a Dona Baratinha e outras histórias.

E aqui está o livro e seu vasto repertório. Tem “Jaboti e a onça”, por exemplo. Mas também tem “A mulher do cemitério, “O menino e o gigante”, “Shulepe, Shulepe, Shulepe” e “A pomba branca da praça XV”. Ah, sim, e como esquecer de “Dona Baratinha”, favorita do autor, com fita no cabelo e dinheiro na caixinha? É o sabor da infância reconquistado em cada palavra.

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Lembranças Amorosas

Global Editora. 2008.

Onde encontrar: Livrarias

lembranças amorosas 2

Cada pessoa constrói sua história singularmente, disse, certa vez, o avô de Francisco Gregório Filho. O autor não só ouviu como jamais esqueceu essa frase. Escreveu a sua. Daí, então, nasceu Lembranças Amorosas. Um livro delicioso. Uma verdadeira e aconchegante carícia. Através de contos, ele narra várias passagens de sua infância e adolescência, sempre dando destaque às tantas e essenciais formas e amor que recebeu. O amor de mãe, absoluto e genuíno; o amor de irmã, companheiro e altruísta; o amor de mulher, gostoso e indispensável. Ao leitor, uma dose desse amor! Uma obra que emociona não só pela força da narrativa, mas também pelo depoimento do autor. Ao todo, vinte e uma historietas que se ler sem vontade de parar. Primeiro livro publicado por Gregório, em 1997.

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Guardados do coração: memorial para contadores de histórias

Editora Amais. Esgotado.

Onde encontrar: Estante Virtual

Capa do livro Guardados do coração: memorial para contadores de histórias A memória, misturada à ficção, fazem de Guardados do Coração um livro que reúne as lembranças evocadas pelas anotações de um caderno e informações sobre um grupo de contadores de histórias.

Fiel à sua experiência como contador, Gregório narra a sua história e, ao mesmo tempo, conta outra, implicitamente e sem teorizar, sobre a formação do leitor, sobre suas experiências de contação.

One Reply to “Livros”

  1. Olá Gregório!
    Tenho 45 anos e cresci ouvindo histórias de família e de assombrações contadas por minha avó e minha mãe. Quase todas contadas na cozinha durante um café e outro, essas histórias me fizeram amar ouvir e ler outras histórias. Por esse motivo quando Guardados do Coração me foi apresentado me apaixonei. Ainda não consegui ler um livro que me aproximasse tanto da minha essência quanto ele. Em breve quero ter meu exemplar e lê-lo novamente, mas já posso dizer que essa leitura está nos “guardados do meu coração”.
    Ah! Li também Difícil passagem e Grávidas histórias igualmente lindos. Continue nos emocionando com suas narrativas.

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